a tarde solta
um desalinho na boca
um qualquer segredo aberto
a praia derramada
um horizonte infinito
as cores rasgadas
e um sabor frio e melancólico
como o coração preso no vazio da melodia
só o vento rasga a árvore
no frémito do campo
como um haicai só procura o tempo
um poema abre a vulva da Terra.
Só peço que PAREM de me enviar esta treta toda!
Tenho o meu mail invadido por esta poesia idiota! Não é justo! Não quero isto e não sei como impedir!
É terrorismo?!!!
Agradeço a que possa impedir isto!
Muito obrigado!
António
acho giro a poesia