
devagar
devagar divagando
com o passo fútil
e com o amigo ócio
por baixo dos muros ocos de gente.
e a praça é o distante infinito
só na minha peugada, a minha sombra
um cão come um osso
o sol verte a ácida luz
tudo é espaço tudo é tempo
e há um formidável pensamento:
tanto eterno num momento!