escrito em branco
com a cal da sombra
e toda a maresia que abre as núpcias do dia
já não mora o pós modernista
que se torna agora no homem
do súplício da cor
e todas as palavras querem dizer aurora
irmão, gente, pressa
o desconexo nasce sublime e dor
Publicado por constalves em fevereiro 19, 2004 10:05 PMBelo poema, em imagens e música.
Afixado por: eugênia em fevereiro 23, 2004 03:20 PM