
mel e de cabeça deitada
todo o sol de mel na cerveja,
indistinta do cobre.
tudo se apaga depois da cortina ácida.
faminto, dou passos no céu
acocorado de boca na tua.
É o equilibrio que conta na palavra deitada para fora.
Não há cultura na cerveja, mas
...há cerveja,
colheres de prata indistinta,
como o redondo do mel.
olha agora os meus rios de cor aberta.
toda a língua para ti!
Vejo uma flor nos teus cabelos, deitada.
adormeço. o sol abrirá decerto a manhã!
Publicado por constalves em março 20, 2004 02:14 AMConstan...Deveras!!! Tens olhos de oiro e alma escarlate. Que beleza.
Meu abraço
Afixado por: eduarda em abril 2, 2004 01:45 AM