
Quantos rios se despedaçam naquela sombra,
se perdem no frio daquelas raízes?
e nós, sabendo que aquilo, feito de gelo e ignomínia é só uma voz!
Há sangue deitado no úmero das verdades e nos braços puros,
por aquilo não ser mais que mentira e envenenar as árvores~.
o poeta e todos os homens puros continuam fazendo seiva de mármore branco
com os olhos cheios de lágrimas.
A voz. sem cara, continua ordenando os dias iguais.
a mãe branca acolhe o homem negro de verdade sem mácula.
a voz, que não tem nada a ver com as árvores e os lagos, mata!