desaperto o laço azul escuro, a lua emerge,
saem silhuetas claras de pessoas,
os meus olhos nos teus olhos,
um lago no degelo. uma dor, um beijo.
desce-se a escada da mão, um fogo.
pianíssimo, descobre-se o tempo.
Publicado por constalves em novembro 5, 2004 12:52 AMMaravilhoso texto!!
Passei uma adorável tarde em companhia destes testos fantásticos.
É um carinho na alma.