
Procura-se um tesouro, toda a vida,
um amor puro, uma estátua divina, uma seiva eterna.
Descobre-se sempre dores nos actos, encontram-se pistas
inúteis, frutos sempre verdes, minas fechadas.
Só o vendaval, numa falésia escura com a lua como um sol me traz o prémio:
existência!
Excelente.
Vou voltar.
Tem uma excelente semana.
Constan... tua poética é sublimada, gosto muito, muito.
Bj.
:)
Afixado por: Eduarda em dezembro 21, 2004 02:53 PM