janeiro 02, 2005

E aquele assassino matou tantos de nós...

Não encontro a palavra mar. Agora não.
Não quero.
às palavras que não gostamos pomo-las nos bolsos, de
qualquer maneira e esquecemo-nas delas.
Não tenho braços, nem mãos para chegar aos bolsos,
a minha dor amputou-os.

É pouco o que faço pela dor dos outros...o mar nos bolsos,
uma dor no peito.
Parecem jogos de palavras, mas é assim, a impotência só encontra palavras.


E aquele assassino matou tantos de nós...


Publicado por constalves em janeiro 2, 2005 11:14 PM
Comentários

A Poesia chora... e eu choro com ela!

Afixado por: Maria Branco em janeiro 3, 2005 11:02 PM