
Não encontro a palavra mar. Agora não.
Não quero.
às palavras que não gostamos pomo-las nos bolsos, de
qualquer maneira e esquecemo-nas delas.
Não tenho braços, nem mãos para chegar aos bolsos,
a minha dor amputou-os.
É pouco o que faço pela dor dos outros...o mar nos bolsos,
uma dor no peito.
Parecem jogos de palavras, mas é assim, a impotência só encontra palavras.
E aquele assassino matou tantos de nós...
A Poesia chora... e eu choro com ela!