
Acrescentar uma palavra a esta noite, é beber a lua
De um trago. Não quero que se apague o rasgo
De sangue no meu sentimento. Não quero que se iluda
A solidão. A euforia é um sol doente, não faz a manhã.
É preciso que noite fique assim. É preciso agora que as
Palavras regressem do meu corpo para o sódio do livro.
A existência …
Publicado por constalves em janeiro 24, 2005 11:47 PMConstantino,
Estão tão bons os seus poemas...
É um prazer estar por aqui.Não são apenas palavras, estas minhas, são o sentimento.
Beijos,