
A casa da poesia abre-se numa biblioteca de verdades,
de contradições, de cores inimigas, de paz e de formigas,de gigantes e de guerras.
Alberga tomates intelectuais, vermelhos, nacionais, dissónica,
instrumental, prática e pedagógica. Universal na particularidade , internacional.
Homérica e brechtiana, tradicional e experimental. Pepinos e mosquitos, pedras e montanhas. oráculo para poetas já mortos. Catedral para pessoanos.
Silêncios e saudades, missas para verbos, sal, pimenta, versos eróticos, cordeis.
A casa da poesia encerra à meia noite as suas portas, voltem logo com os sinos a rebate, um poeta viveu a morte, estará da manhãzinha aqui exposto para sempre!
Tenho lido com prazer o teu blog, Constantino. Os
poemas cada vez melhores...Como é possível: : )
Beijos,
Silvia