
As pirâmides sucedem os zigurates.
Uma questão de poesia.
Um povo com outras palavras.
Assim nascem outros homens das mesmas palavras,
No vértice de um pêndulo, agora
No verbo do qual tu me ouves, o silêncio
Em que se gera outra violência
Na Casa da Música ouvindo atento o céu.
Portugal.