
Tenho pouco tempo, a liberdade esgota-se,
O que tenho para dizer e que depois não posso dizer
É muito simples:
A árvore!
Contemplem-na, atentamente perceberão o seu halo,
A liberdade, principalmente o espaço, nenhuma árvore vive
Encostada a outra.
Ela tem tempo, compreenderão que precisarão dele.
A seiva que corre inesgotável, verão que é viva.
No silêncio que a cerca reflictam com sabedoria,
nos anéis do cerne a memória.
Abracem-na, sentirão o calor, a ternura. Analisem
O viçoso da cor, a virtude da copa, o poder dos frutos.
Ficarão a saber.
Terão que cuidar,
não as imitem, poderão também ser abatidos.
Muito bonito. E como já me autorizou vou publicá-lo num dos meus blogues.
Obrigada.