
Há uma concordância entre a ideia
e o verbo, um patamar de silêncio,
que verte um poema como água,
na sede do poeta.
É aí que surgem as árvores esplêndidas
de substância, de conceitos, os rios
infinitos de romance, as luas prenhes
de magia.
Essa concordância é um eu tresloucado
de emoção, da sublimação mais depurada,
é do que se faz um deus/palavra mais omnipotente
que o espírito.
É desse vulcão de silêncio que se fará sempre o mundo,
como uma dor que não dói.
Achei teu blog sem querer, moro no Brasil, mas como pude ver por aqui, e ai, a poesia é uma língua universal, apesar das diferenças. um abraço.
Afixado por: Renato em maio 22, 2005 05:44 PMcomo num vulcão de palavras, em que a explosão nos pode levar à concordância de existir..*
Afixado por: Guida em maio 24, 2005 09:01 PMVoltei para visitá-lo. Vim uma vez aqui e gostei bastante dos textos. Infelizmente, andava afastada do mundo dos blogs, mas há tanta coisa boa para ver, que ando cavando um tempo, desesperadamente.
Afixado por: Graças em maio 28, 2005 04:01 PM