junho 06, 2005

Um poema para Entrecampos

Na estação de comboios de Entrecampos em Lisboa , amanhã às 18:30 horas, algures num café realiza-se uma tertúlia de poesia com colaboradores da "Escritas", não poderei comparecer, enviei estas palavras...



Um poema para Entrecampos, no lugar do Gil, no comboio, solta-se o vento.

Na encruzilhada de comboios, vêm as pessoas e os seus lenços brancos das palavras,

Um poema alimenta-se das conversas com deus, na bica das 18:30 horas.

José em Odemira, planta a sua nona couve do dia.

Nem um relâmpago uniria todos à mesma hora, só poesia se fará assim, eternamente

Publicado por constalves em junho 6, 2005 09:25 PM
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