Na estação de comboios de Entrecampos em Lisboa , amanhã às 18:30 horas, algures num café realiza-se uma tertúlia de poesia com colaboradores da "Escritas", não poderei comparecer, enviei estas palavras...

Um poema para Entrecampos, no lugar do Gil, no comboio, solta-se o vento.
Na encruzilhada de comboios, vêm as pessoas e os seus lenços brancos das palavras,
Um poema alimenta-se das conversas com deus, na bica das 18:30 horas.
José em Odemira, planta a sua nona couve do dia.
Nem um relâmpago uniria todos à mesma hora, só poesia se fará assim, eternamente