
Faz-se assim o sol, da platina das mãos, das copas das árvores,
Do quartzo das rochas, dos beijos. Este reflexo arde mais que uma estrela, porque eu sou a planta
Que tudo come, com a fome da poesia do sangue, reflexo genético da luz.
Eu sou o monstro perfeito, o centro magmático de um verbo. E isso, por pior que seja, é a verdade.
Publicado por constalves em junho 12, 2005 01:01 PM