
Podia começar-se por aí, pelo olhar espantado aos lírios azuis.
Adicionar a ideia da surpresa do céu, perceber areia dura que pisamos,
Claro, perceber que o rei vai nu,
Mas isso não bastaria, não bastaria o nosso regresso às mãos, do
sentir outras mãos nas nossas, não bastaria agitar o slogan da coisa igual a outra.
É preciso não precisar nada,
talvez não fazer a promessa de que o mundo é outro.
Ai que rio se esvai na praia e todo o mar sem silêncio
Publicado por constalves em junho 16, 2005 02:11 AMTão bonito esse texto. Que bom ter entrado aqui.
Afixado por: Graças em junho 19, 2005 02:44 AM