julho 16, 2004

em dia de Verão


Presente-se o tempo como o vento na mão,
descobre-se o espaço de intervalo da vida
com um silêncio macio e os olhos nas palavras.

Há uma torrente de saudade que dizem dois corpos unidos pelo desejo.

Há um luar que nunca aparece depois da brisa do poente, há toda a maturidade do amor na memória.
A água corrente do futuro não esmorece a história em chamas da paixão.

Se o tempo fosse uma árvore, via-a agora deitando a sombra branca da verdade. Estarias deitada de olhos vivos pedindo-me as mãos.

Mas não há "ses", eu hoje estou contigo!


Publicado por constalves em 08:27 PM | Comentários (2)