janeiro 17, 2007

Do meu interesse nas nuvens

Pela passagem, pelo rio que fazem do vento,
Pela lenda da minha memória,
Vêm as nuvens falar-me do tempo.
Do que se passa, do que falta do que foi.

Preso no calendário, na metereologia do sonho,
Na navegação da água,
Vou como as nuvens vendo,
Não só debaixo a Terra, acima também os deuses.

As estrelas começam nas nuvens, a copa das árvores iniciam-se…
Fabricam-se as estórias como barcos de tempo.

Cá em baixo outrora no futuro
Como a maçã, prego o sussurro.

Publicado por constalves em 09:45 PM | Comentários (1) | TrackBack