Mark Shasha
Não vem nada do vento, esta experiência tem anos,
nunca se percebeu qualquer desvendar de mistérios.
Mas eu gosto do vento, como corpo efémero do verbo.
Em todas as sílabas da minha língua, fica a palavra na carne,
Não quero mais, todo o ar numa palavra, todo o corpo, todo o mundo.