É de partida este adeus, feito de coisas verdes claras,
é também poesia o que levo na garganta, nos versos já escritos na esperança.
NãO tenho dores de saudades, os que amo estão nas minhas mãos em versos
escritos no futuro. Vou para o mar, absoluto dos olhos e do sol , podem vir comigo se trouxerem verbos abertos e terra preta, todas as árvores serão possíveis agora. Vou partir, deixar as pedras antigas.
Neste mundo só pode haver partidas, comprem um bilhete, só custa ler, o prémio é a soberba morte tecida em papel.
Publicado por constalves em julho 18, 2005 04:06 PMEste blog, está culturalmente rico. Bem haja pelo seu trabalho e continue. Regressarei. cumprimentos, Maria do Céu Costa.
Afixado por: Maria do Céu em julho 21, 2005 01:14 AMPARABÉNS :
GOSTEI DE TUDO O QUE JÁ LI ( MAS AINDA NÃO LI TUDO) ISTO DEVE SER ALGO PARA SE SABOREAR COM CALMA.
MAS ESTE ME AGRADOU AINDA MAIS.
cONTINUE.
ABRAÇOS DO FERNANDO
Afixado por: Fernando em julho 30, 2005 07:30 PM