podemos fazer assim, deixamos de olhar para trás.
podemos pedir ao vento uma folha de ácer como futuro, nas linhas dessa palma inventamos o nosso diálogo com a felicidade, percebendo o tempo,
aceitando a morte, inclusivé descobrindo outra sinomínia da vida.
experimentamos o corpo com o espaço, bebendo o amor das nossos braços e pernas entrelaçados. Como jovens, sem ritual, irritando Deus com o nosso azul da nostalgia do amanhã.
podemos fazer assim, dilatamos os verbos nas árvores que encontramos no nosso caminho, irritaremos também o Diabo com a nossa honestidade para com os rios e montanhas.
Eu sei que isto no fundo é um grito seco como um rio sem água mas, quero que todos saibam que existe o amor sem compaixão ´pela regra, mesmo que esta seja o sol em cima e a terra por baixo.
Tenho todo o azul do mar
, precisarei de um barco?
..precisará o azul de um barco?...precisará o mar d'azul?...
Afixado por: da. em julho 22, 2005 09:03 AM