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Só uma lomografia poderá expôr
a fenda acre do tempo,
no sorriso vincado dos meus olhos,
nas mãos estendidas para baixo,
na febre da pele, do pulsar do peito candente.
Isso é o tempo, habita-me desde sempre,
O Sr. Tempo em todo o seu esplendor existencial.
O Constantino é uma palavra de todo esse poema,
a pequena parte do sentimento, uma experiência vulgar.
porque o tempo vive na carne, no rio
de palavras vermelhas