setembro 03, 2005

"Como uma página que nunca se vira"


o som triste dos carros, as sirenes apagadas logo na manhã,
o tremor dos sorrisos abrindo a vereda dos silêncios.

uma estrofe da tempestade vida. um sopro e tudo se fará outra vez.
Agora precisamos de ter nos bolsos qualquer água de um novo dia.

Poderá surgir na manteiga da torrrada ou no café urgente das 10 horas.


Eu gostava que o teatro também cumprisse a poesia, será preciso
retornar o actor. A essencial vertigem do mundo, a nobreza do amor.

Publicado por constalves em setembro 3, 2005 08:04 PM
Comentários

ESTA UMA ENTRADE MUITO GIRA
CONCORDO COM AS COISAS QUE SAO DITAS

Afixado por: ana em novembro 20, 2005 06:20 PM
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