setembro 06, 2005

Olha aquele branco

Olha aquele branco, aquela cor sem vazio,

Aquele peixe formidável que engole toda a água.

As nuvens, as chaminés, as casas prometem a serenidade.

Aquele balão subindo pode ser todo o ser.

O rio rindo com os seixos rolando, podem dizer todo o dia.

Olha o deserto saindo da enciclopédia pedindo amor.

Podem as cataratas dizer a voz por detrás?

Toda a gente subindo a calçada querem dizer basta.

Qualquer criança escrevendo poesia num soluço chorando,

Procura a mãe.

Eu não posso mais filho. Todo o céu não será demais para nós.

Amo-te.

Publicado por constalves em setembro 6, 2005 12:39 AM
Comentários

Um beijo grande, amigo.

Afixado por: Amélia Pais em setembro 6, 2005 12:23 PM

E outro beijo daqui, Constantino.

Afixado por: Soledade em setembro 6, 2005 03:11 PM
Comente esta entrada









Lembrar-me da sua informação pessoal?