
Havia uma voz, um arco íris de silêncio, formava-se a nova bruma.
Tudo o que era preciso era o Sol instruir o mundo outra vez.
Fechou-se o túmulo, percebeu-se o fogo ardente das gargantas. Restava
A luz.
Começou-se pelo poema, começou-se pelas mãos, começou-se por beber o rio.
As aves voltaram outra vez. Agora Não havia voz.