Uma dor , numa lágrima pouco é,
Nem a guitarra gemida ou o pianíssimo piano
Podem deduzir este silêncio,
Que voem todas as aves no pranto, no sibilino som do vento.
Espalhemos as mãos na água,
façamos o longo suspiro do tempo.
Ai que saudade tão longe e tão perto…
Queremos a chama do Universo,
Precisamos do porquê do preto.