
Ainda não se percebe a manhã,
há uma nebelina que enfeitiça a luz,
poderá a cotovia anunciar o dia
quando a verdade ainda está no limbo da concepção.
Há uma esperança que não tem cor, que ainda
não se fez de homem nem de mulher,
está nas estrelas reticentes do espírito,
seja ele verdade ou inantingível razão.
Esse pequeno invisível seixo de esperança já faz o rebate na nossa janela,
mas nós não sabemos ainda as suas palavras e os seus verbos.
Saberá Zeus, na peripécia do seu louco mando, que nós, pequenos Aqueus somos só fome desse grande mar verde?
Muito bom, Constantino!Beijo
(hoje já será outono?)