
uma pedra, uma roda, um elefante.
Tudo se pode combinar:
é isso a produção.
Nenhum letrado sabe de engenharia, mas sabe de criação,
Lê, devora o texto.
A literatura está na linha de montagem.
O elefante puxa silenciosamente a carroça dourada de uma roda com a pedra filosofal. um engenheiro,
um poeta da criação.
Um poeta, um operário em construção, a pedra é o motivo, a inspiração, todo o elefante é poeta
como tu, como eu, que construímos o verbo na sílaba, na voz,
que dá força ao elefante para puxar a pedra numa roda só.
Publicado por constalves em outubro 3, 2005 12:37 AM