
O ridículo do poema, é conseguir
O dia numa pétala negra,
O poeta é apenas a sílaba que falta,
Mas desenganem-se que não é homem,
O hábito que usa é só uma pena,
Mas há aço nas mãos e nas pernas
E um peito cheio de tinta de sangue.
Publicado por constalves em outubro 3, 2005 12:47 AM
Este poema emocionou-me. Obrigada!
Sem esta "tinta de sangue", a vida seria, para
mim, uma casa pequena com pouco sol.