setembro 01, 2006

Mãe

Tão pouco mãe, tão pouco terra e tanto mulher,

Falo daqueles olhos maiores, que não são palavra, que são quentes,

Daquele ventre tão grande como um verbo, tão pouco serpente, tão grande

Como uma dor, aquele sentimento em corpo que faz ser mais que qualquer outra gente.

Não, não me atrevo a chamar-lhe mãe, é tão pouco todo o céu que já pude ver.

Publicado por constalves em setembro 1, 2006 06:33 AM
Comentários

Olá Constantino
Parabéns pela reinauguração do seu blog se podemos assim dizer, esta poesia tem o cunho tão forte que se faz quase impossível destacar um ou outro verso ao meu humilde ver (O que se pode se fazer? Somente ler e reler). Abraço do outro lado do Atlântico da Rosangela.

Afixado por: Rosangela Aliberti em setembro 1, 2006 09:14 PM

MÃE...
COMO DIZER DE ALGUEM, Q NÃO C SAB C È HUMANO OU UM ANJO, D ONDE VEIO, E QUE NÃO TEM PREÇO!!!
FALAR È ATÈ FACÌL, POIS ATE PAPAGAIO FALA,
MAS ACHO Q MÃE È UM ANJO ENVIADO PRA NÒS, PRESENTE DE DEUS...
TEMOS DE AGRADECR A CADA DIA, POR ELAS EXISTIREM,
E POR SEMPRE ESTAREM DE NOSSO LADO.
E TEMOS DE RETRIBUIR ISSO COM UM SIMPLES SENTIMENTO...
O AMOR!!!
MINHA MAMÃE SE CHAMA; MIRIA ALEXANDRINA DE SOUZA
E È TUDO NA MINHA VIDA,
EU SEI QUE AS VEZES POSSO NÃO DAR A ATENÇÃO QUE ELA METREC, MAS EU A AMO MUUUUITO,
ELA È MAIS Q MULHER, È AMIGA, È MAIS Q AMIGA, È MARAVILOSA, E MAIS Q MARAVILHOSA, È MÃE,
È MAIS QUE MÃE, È A MINHA MÃE...ZINHA DO CORAÇÃO.
MAMIS, AMO VC!!!

Afixado por: NATHALIA BONFANTE em outubro 21, 2006 01:24 AM
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