setembro 07, 2006

Mataram-te, não morreste


Mataram-te, não morreste.
Nas últimas contas, não conta para nada.
Mas que se saiba da tua inocência. Agora.
Para que conste do teu poema presente. Mil a zero em glória, na comparação com o assassino
O Epitáfio, que seja.

Publicado por constalves em setembro 7, 2006 06:42 AM
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