setembro 10, 2006

lua de todos os contrastes



De todos os cárceres das sombras.

Nesse rodopio do não, circulam as luzes fechadas,

As vozes tapadas nos lenços da diferença. Não.

Podia-se começar ao contrário,

com uma rocha preta quebrando o iceberg, a força-luz

estragada.

O óbice como uma estrela. Devia ser o mar outro rio.

Correr sem bordas, como na ideia, na generosidade.

A lua de todos os contrastes, também é luz.

Publicado por constalves em setembro 10, 2006 06:39 PM
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