
nasce da alvorada uma ideia,
que os homens a tomam como missão,
com o mundo fazem um corpo
que se bate por uma alma
por onde se constrói o artefato da própria vida,
quando chega a noite já se jaz em sentimento
que a lua permite como fim.
Disto, nada sabe o sol,
que na noite combina com Deus outro dia,
para que não se repitam as palavras,
nem se crie o já feito,
que o outro dia é também o futuro que Deus não sabe.
Andam assim os homens nos dias como coisas essenciais,
gravitando no mistério demonstrando as incógnitas .
Surpreendente seus textos
Beiram a transcendência
O dispensar da razão
Na busca do sentir.
Talvez apenas viagem minha.
Ainda que seja
Não os tornam menos siblimes.
Parabéns!