
não há palavras,
elas não podem estar lá,
na voz fechada.
Há outras coisas na língua,
um troar de verbos e silêncios.
coisas frescas e memórias, planícies vazas.
Promessas, juras.
Como um sepulcro em lava, magma.
um luto pesado é uma pedra, oficina
da alma.
o ritual iniciático, por todos...
...como irmãos,
pouco o nada interessa,
explosão!
Gostei muito. O mesmo poderia dizer de tantas outras poesias do Diário Poético que são como que arracadas do fundo da alma.Parabéns.Continue a nos brindar com suas poesias.
Abraços
Fernando