
Pela passagem, pelo rio que fazem do vento,
Pela lenda da minha memória,
Vêm as nuvens falar-me do tempo.
Do que se passa, do que falta do que foi.
Preso no calendário, na metereologia do sonho,
Na navegação da água,
Vou como as nuvens vendo,
Não só debaixo a Terra, acima também os deuses.
As estrelas começam nas nuvens, a copa das árvores iniciam-se…
Fabricam-se as estórias como barcos de tempo.
Cá em baixo outrora no futuro
Como a maçã, prego o sussurro.
Com prazer visitei este imaginário de um "Constantino guardador de sonhos".
Se te aprouver visitar o meu blog, terei todo o gosto em que o faças e teças os comentários que te desperte.
Abraço
http://correntesdepoentropia.blogspor.com
Afixado por: Manuel Bento em janeiro 24, 2007 06:32 PM