Quase morto por promessa
Quase morto por promessa,
A jura tatuada em palavra
De ser feliz.
Porque a vida não interessa,
Verdadeiramente não presta,
decompor juros, cautelas, forrar paredes
no corpo de lógica e croquis
e esse amor que andar por aí,
sai levado na palavra
entre o corpo e a terra
ou no epitáfio da pedra.
Quase morto em promessa
Não me resta outro cair.
Publicado por constalves em fevereiro 24, 2007 03:57 AM | TrackBackolá constantino. finalmente descubro o seu blog. e estou muito contente. gostei muito do muito que já li. vou ficar leitora assídua. beijinho.
Afixado por: alice em fevereiro 28, 2007 06:34 PM