é como um comboio pesado,
batendo as mandíbulas no tempo,
fazendo sola do corpo.
andamos quilómetros perdidos,
à procura de um resto,
de uma pista branca,
mas não há mais do que silêncio.
Assim, mesmo o nada seria completo.
Publicado por constalves em janeiro 25, 2008 12:23 AM