amei, como sempre soubesse num quarto de hora.
os beijos sobem mais. para quê a memória.
a tarde a toda a hora, essa pele, a minha hormona.
deixo ir a mão tão longínqua como uma estrada,
tão bom saber nada, amar como amei num quarto de hora.
Publicado por constalves em fevereiro 5, 2008 11:03 PM