à noite recolhem-se os lenços das palavras,
dobram-se em dois, guardam-se com cuidado,
como corações completos.
no leito estamos nada.
as novas palavras tecem outros lenços nos sonhos.
Ao olharmos a manhã, já estamos cobertos
de verbos,
de nada, daí a pouco já somos autênticos.
e a tua poesia é autêntica. como sempre.
um grande abraço
jorge
p.s. qualquer dia, temos de combinar um dia em leiria. o gil, eu, tu.
Afixado por: Jorge Vicente em fevereiro 7, 2008 07:15 PM