a poesia na rua, por essa palavra bandeira,
corre o meu sangue que é voz,
o meu sentimento.
Não é preciso revolução, apenas uma pequena explosão
de 10 megatoneladas de verbos, para acordar
a inércia de mudar.
Temos de falar sério
sobre a circunstância do lugar,
na rua está o olhar.
Ler, aprender com os passos,
a lição a cantar.
Que não há quem receba
este estranho sentimento de revolta.
Que não se saiba o que já foi feito:
Um país aberto a andar!
Publicado por constalves em março 10, 2008 01:02 AM