abril 18, 2008

5 da madrugada

5 da madrugada,

há um nenúfar que tenta perfurar a água da madrugada,

não encontra ainda a luz,

é só vontade da manhã,

a água, na seu estado eterno desliza no murmúrio

da matriz.

É neste Acto que me rompo de palavras

e procuro o extremo sonho do céu.

Não há maior equilibrio Matemático,

embora ainda não se tenha encontrado a equação.

Publicado por constalves em abril 18, 2008 06:01 AM
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