escrevo mal sobre o dinheiro
vilependio-o por vezes, merecidamente.
Mas na verdade não o desprezo,
regulo-o.
como o escárnio modera a indecência,
reduzindo-o
à utilidade pública,
à tolerância,
ao aleatório democrático,
ou como seiva num pau seco,
granjeando renascença,
na morte predestinada.
o dinheiro, tão pouco poético,
mas emérito utilitário.
Publicado por constalves em julho 30, 2008 03:23 PM