julho 30, 2008

dinheiro

escrevo mal sobre o dinheiro

vilependio-o por vezes, merecidamente.

Mas na verdade não o desprezo,

regulo-o.

como o escárnio modera a indecência,

reduzindo-o

à utilidade pública,

à tolerância,

ao aleatório democrático,

ou como seiva  num pau seco,

granjeando renascença,

na morte predestinada.

 

o dinheiro, tão pouco poético,

mas emérito utilitário.

Publicado por constalves em julho 30, 2008 03:23 PM
Comentários
Comente esta entrada









Lembrar-me da sua informação pessoal?