estou cansado,
pouso a cabeça na beira da estrada.
lá longe, no horizonte da utopia
desenha-se uma cidade,
talvez se possa construir aí uma casa
onde possam florescer novos poemas.
a minha cabeça na beira da estrada.
Não há vento esta noite,
todas as árvores recolhem o oxigénio,
porventura haverá novo dia.